

A fábula da Corte e do banqueiro
Era uma vez um reino chamado Sã Consciência. No centro do reino erguia-se uma imponente Corte de Justiça. Na entrada, uma inscrição dizia: “Aqui, a Justiça é cega.” O problema é que, em algum momento da história, ninguém soube explicar onde a venda havia sido guardada. Um dia, surgiu o Banco das Maravilhas, comandado por Dom Magnífico, banqueiro que conhecia gente demais nos lugares certos. Ministros. Empresários. Parlamentares. Magistrados. O caso chegou à Corte. Dom Excelen


Urgem cortes na Corte
Chega um momento em que uma democracia precisa parar de escolher lados e começar a defender instituições. O Brasil parece ter chegado a ele. As notícias divulgadas nesta terça-feira, 1º de setembro, acrescentam uma camada especialmente grave ao já complexo caso Banco Master. Documentos da Polícia Federal tornados públicos pelo ministro André Mendonça revelam mensagens, contratos e registros que apontam para uma relação muito mais próxima entre o ex-controlador do banco, Danie



























































